quinta-feira, 5 de junho de 2014

terça-feira, 3 de junho de 2014

PIMENTEL ARRANCA NA FRENTE NA DISPUTA PELO GOVERNO DE MINAS



Pré-candidato petista tem 30,6% das intenções de voto contra 19,4% do adversário tucano.
O pré-candidato ao governo de Minas pelo PT, o ex-ministro e ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, lidera pesquisa DataTempo em todos os cenários e modalidades. O petista tem 30,6% das intenções de votos contra 19,4% de seu adversário mais próximo, o também ex-ministro e ex-prefeito da capital, Pimenta da Veiga (PSDB), na simulação mais provável do levantamento estimulado.
A inclusão de um candidato do PSB, seja ele o ambientalista Apolo Heringer ou o deputado federal Júlio Delgado, praticamente não altera os percentuais obtidos por Pimentel e Pimenta.
 No cenário com Delgado, Pimentel tem 30,8%, e Pimenta da Veiga continua com 19,4%.
Substituindo o nome de Delgado pelo de Apolo, Pimentel registra 31%, e Pimenta, 19,5%.  O número de indecisos e daqueles que não souberam responder varia de 21,2% a 25,1% – percentual considerado alto. A quantidade de votos brancos ficou na casa dos 3%, com variações de décimos. A pré-candidata do PSTU, a professora Vanessa Portugal, tem garantida a terceira colocação. Ela registra no cenário mais provável 6,3% da preferência do eleitorado. Com a inclusão do nome de Apolo Heringer, ela cai para 6%. Substituindo Apolo por Delgado, Vanessa volta aos 6,3%. As variações são de décimos, bem menores do que a margem de erro da pesquisa que é de 1,98 pontos percentuais para mais ou para menos. 
A pesquisa ainda testou configurações em que Pimenta da Veiga é substituído pelo atual governador Alberto Pinto Coelho (PP) e pelo presidente da Assembleia de Minas, Dinis Pinheiro (PP) – ambos seus aliados. Nesses quadros, as intenções de votos em Pimentel crescem, e Vanessa Portugal assume a segunda colocação, à frente de Dinis e de Alberto Pinto Coelho. Ela consegue, em seu melhor desempenho, 7,9% das intenções de votos. 
O petista Fernando Pimentel chega a alcançar 36,6% das intenções de voto no cenário em que estão presentes Dinis Pinheiro, no lugar de Pimenta da Veiga, e Apolo Heringer. É o seu melhor desempenho.  O candidato do PSOL, Fidélis Alcântara, não ultrapassa 2% das intenções de voto em nenhum quadro.
Foram realizadas 2.062 entrevistas em 110 cidades de todas as regiões do Estado, entre os dias 23 e 27 de maio. O público ouvido é das mais diversas faixas de renda, escolaridade e idade. [PE] Registro
Dados. A pesquisa, que foi contratada pela Sempre Editora e realizada pela CP2 – Consultoria, Pesquisa e Planejamento Ltda., tem registro na Justiça Eleitoral com protocolo 034ADB14E1E.
Por Carla Kreefft

domingo, 1 de junho de 2014

OITO CURIOSIDADES SOBRE A COPA DO MUNDO QUE VOCÊ NÃO IMAGINA



Apenas quatro países sediaram a Copa do Mundo mais de uma vez: Itália (1934 e 1990), França (1938 e 1998), México (1970 e 1986) e Alemanha (1947 e 2006). O Brasil vai se juntar em breve a essa galeria, pois é o anfitrião da Copa deste ano e já sediou o torneio em 1950.
Por falar em 1950, a final daquela Copa tem o recorde de público em um jogo de Copa do Mundo: 173.830 pagantes testemunharam a vitória do Uruguai.
Além do Uruguai, que já ganhou duas vezes, apenas mais sete seleções venceram o torneio: Brasil (5 vezes), Itália (4), Alemanha (3), Argentina (2), Espanha (1), França (1) e Inglaterra (1).
Às vezes, a Inglaterra derrapa no quesito arbitragem: o juiz inglês Graham Poll deu três cartões amarelos para um único jogador numa mesma partida. O “pequeno erro” aconteceu em 2006, no jogo entre Austrália e Croácia.
A Croácia já teve em sua seleção o único jogador que marcou gols por dois países diferentes em Copas do Mundo. Robert Prosinecki balançou as redes pelos croatas em 1998 e pela Iugoslávia em 1990.
1990 e 2006 são parte de uma curiosa inversão: a Itália era a anfitriã do torneio de 1990 e quem levantou a taça foi a Alemanha. Os alemães sediaram o campeonato de 2006 e quem levantou a taça foi à Itália.
Os italianos tiveram o jogador mais velho a estar numa final de Copa do Mundo: Dino Zoff, com 40 anos e 133 dias na final de 1982.
1982 teve a maior goleada em Copas do Mundo: Hungria 10 x 1 El Salvador.


Por Dênis de Lima / Crédito foto: Flickr - Jorge in Brazil

terça-feira, 27 de maio de 2014

CÂMARA MUNICIPAL DE EXTREMA - MG

Vereadores convidam a população para participarem de audiência pública LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2015.

Dia 11 de junho - Câmara Municipal;
Dia 25 de junho - Clube Literário Recreativo.

Vereador José Maria do Couto - Presidente da Câmara e vereador João Calixto - Presidente da Comissão de Participação Popular, gravaram entrevista para o Jornal Eletrônico VALE SUL NEWS que vai ao ar neste dia 04 de junho as 19hs.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
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TV FACE - MÍDIA TELEVISIVA NO FACEBOOK 
 

sábado, 24 de maio de 2014

AS 15 PIORES CANTADAS QUE EU JÁ OUVI NA BALADA



por Luiz Marcondes
Ao longo de minha vida estive em muitas festas, baladas e orgias informais para no máximo 600 pessoas. Nesses eventos, sempre acompanhado do meu fiel moleskine, registrei algumas das piores cantadas da História da humanidade ditas por amigos, conhecidos e desconhecidos (nunca por mim, claro).

Agora, é meu dever compartilhá-las com você, a fim de evitar que a praga da “pedreiragem” se alastre ainda mais pelo universo. É meu jeito de ajudar os bróders. E também de fazer algo legal pelas moças sem que a gente precise tirar a roupa (embora, é bom ressaltar, eu esteja sempre disponível, caso necessário – Olha aí, tá vendo? Falando em cantada ruim, essa foi uma. Péssima!).
OK. Não importa se você tá indo pra night agora ou só vendo televisão em casa, tuitando #mimimi e lamentando seus erros passados. Vale a pena ler e anotar pra não fazer feio na próxima! Então beleza. Aí vão elas… As 15 cantadas mais toscas do mundo!
1. “Gata, você é tão gata, mas tão gata, que eu jamais brincaria de médico com você. Brincaria de veterinário!”
2. “Oi, poderia me dar uma informação… Como faço pra chegar no seu coração passando pela sua vagina?”
3. “Oi, dá licença? Acho que você deixou cair alguma coisa quando passou… Ah, fui eu! Nada, não. Foi só meu queixo!”
4. “Oi, meu amigo quer te conhecer. Ele quer  te convencer de que você é perfeita pra mim!”
5. “Gata, sabe o que ficaria bem no chão do meu quarto? Todas essas inibições impostas pela sociedade burguesa que estão impedindo a gente de transar loucamente feitos dois animais agora!”
6. “Oi, você gosta de fazer sexo com desconhecidos? Eu também não! Prazer meu nome é FULANO DE TAL E TAL, RG número TAL, CPF tal, moro na Rua Tal…”
7. “Gata, vamos pra tua casa ver o jogo? Se não tiver Copa, transo com você até na cozinha, de boa!”
8. “Gata, agora que você já é a presidenta do meu coração, me chama de Brasil e f*de comigo!”
9. ” Desculpa, mas tem algo no seu olho… Ah, nada não. É apenas o brilho das estrelas”
10. “Gata, se você fosse o Sistema da Cantareira, São Paulo tava salva, porque vou te deixar encharcada!”
11. “Oi, tem horas? É melhor dizer que tem, porque o que quero fazer com você leva a noite toda”
12. “Você se machucou?” ELA: “Já sei, quando caiu do Céu, dãrr!” ELE: “Não, quando caiu em si e percebeu que sou o homem da sua vida?”
13. “Oi, sou o Pedro! Você não é a…? [fala nome aleatório - garota diz que não]. Ah, tudo bem! Meu nome também não é Pedro mesmo! Prazer, FULANO! [diz nome verdadeiro] Quer uma cerveja?”
14. “Seu pai fabrica camisinha com sabor? Porque você é gostosa pra c*ralho!”
15. “Sorria se quer dar pra mim. OK, você não riu. É um bom sinal. Não curto mulher fácil. Nem que ri à toa”

quinta-feira, 22 de maio de 2014

QUANDO A FORMA É MELHOR QUE O CONTEÚDO, OU COMO MAQUIAR UM PAÍS.



"Na classe política, os marqueteiros constroem imagens, escrevem discursos, determinam prioridades, até definem políticas públicas. Não importa fazer, mas parecer que está fazendo."
Quanto tempo, meu caro leitor, você acha que é necessário para se implementar uma reforma política? Um ano? Dois? Três? Um século? Cinco séculos??? Quanto tempo, meu caro leitor, você acha que é necessário para se modernizar uma estrada? Quanto tempo, meu caro leitor, você acha que é necessário para limpar uma baía?
Numa reportagem publicada dia 19 passado, no “The New York Times” foi exibida esta foto da Baía de Guanabara poluída. O local será palco (?) de competições de vela nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016. Para o carioca isso não é nenhuma novidade. Eu moro em Belo Horizonte há 19 anos. Quando morava na Cidade Maravilhosa (?) não frequentava as praias de Botafogo e Flamengo. Já naquela época e em épocas mais remotas ainda a Baía não oferecia condições de salubridade propícias ao banho. Para os estrangeiros, isso é uma surpresa. Pergunta que não quer calar: você, meu caro leitor, acha que até as Olimpíadas alguma coisa vai mudar?
Vamos enumerar, sem nenhum esforço, as coisas que precisam ser mudadas no Brasil há séculos: educação pública, saúde pública, segurança pública, infraestrutura como portos, aeroportos e estradas,… Vou parar por aqui porque senão não termino o artigo. Mas tudo continua como dantes! Após a democratização do Brasil e o fim da ditadura militar, tivemos o Sarney, o Collor, o Itamar, o FHC, o Lula e, agora, a Dilma. De mandato de coalizão à aventura alagoana, de social democracia ao socialismo (?) petista bolivariano, nada mudou de tão significativo. Sim, tivemos algumas vitórias. A estabilização da moeda no período FHC/PSDB é uma. Outra, a inclusão social de boa parte da camada mais pobre pelo Lula/Dilma/PT. Ok! Mas, aquelas mazelas seculares, adicionadas a uma corrupção endêmica, continuam desenhando um quadro triste do nosso país.
Já no que diz respeito à maquiagem, ao disfarce, à mentira, estamos nos tornando especialistas no mundo. Na classe política, os marqueteiros constroem imagens, escrevem discursos, determinam prioridades, até definem políticas públicas. A forma é melhor que o conteúdo, como disse no título. Não importa fazer, mas parecer que está fazendo. Não interessa construir de verdade, mas parecer que está construindo. Sujeira tem seu lugar garantido embaixo do tapete no Brasil. A capital do país é um reflexo disso: linda, majestosa, impecável arquitetonicamente, mas horrível politicamente quando olhamos o entorno e quando olhamos o interior e seus agentes. Brasília nada produz a não ser burocracia. Não produz carne, soja, não fabrica automóvel, não tem indústrias, etc. Isso não impede de ter um orçamento maior que muitos estados da federação. Outra contradição!
Nós sempre soubemos disso. Não que aprovemos, mas não conseguimos mudar mesmo saindo às ruas em número de milhões. A insensibilidade, miopia, para não dizer pilantragem da classe política beira o mal feito, o mal intencionado. Já se falou que Brasília não é caso de política, mas de polícia. Eu costumo dizer que deve ser difícil ser comentarista político no Brasil porque tem que procurar nobres ideais, nobres intenções onde só existe fisiologismo, toma lá dá cá e corrupção. É como procurar água no deserto.
Assim caminhamos para uma Copa do Mundo e uma Olimpíadas. Tentando disfarçar as deficiências, esconder as falhas, tentando posar de país emergente com uma população engajada e feliz. Violência? Não, mentira! Não temos! Jeitinho brasileiro? Mentira! Quem disse? Cracolândia? Prostituição infantil? Disparidades regionais radicais? Quem está inventando essas falácias?
Viva o Brasil! Vou cantar o Hino com toda a força de meus pulmões. Quem sabe, se a seleção brasileira ganhar a Copa, podemos conviver com essas deficiências por mais alguns séculos.
Por Marcelo de Abreu e Lima – Jornalista.